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    <title>Parque Tecnológico Samambaia da UFG</title>
    <description>O PTS/UFG é o parque científico e tecnológico da Universidade Federal de Goiás e abriga empresas de base tecnológica, laboratórios de pesquisa, centros de excelência e PD&amp;I e incubadora de empresas e startups.</description>
    <itunes:summary>O PTS/UFG é o parque científico e tecnológico da Universidade Federal de Goiás e abriga empresas de base tecnológica, laboratórios de pesquisa, centros de excelência e PD&amp;I e incubadora de empresas e startups.</itunes:summary>
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      <title>PTS/UFG receberá novo datacenter que será uma fábrica de IA </title>
      <description>&lt;img width="200" alt="Logo_LAMCAD.png" title="Logo_LAMCAD.png" src="http://parquesamambaia.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1087/o/Logo_LAMCAD.png?1786540504" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;Nova sede do LAMCAD/UFG possuirá mais potência operacional e tecnológica&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;O Laboratório de Computação Avançada do Brasil Central (LAMCAD/UFG) passa por uma fase de adaptações e novos desafios. Em primeiro lugar, é necessário reforçar a modificação de seu nome, que anteriormente era Laboratório Multiusuário de Computação de Alto Desempenho da Universidade Federal de Goiás. Essa nova identificação busca refletir o potencial que há de ser explorado, tanto pela UFG quanto por seus multiusuários. Uma alteração importante do nome também é a mudança para “Computação Avançada”, que abrange conceitos modernos e acompanha tendências globais no campo científico.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O novo nome surge em meio às conversões que o laboratório navega nesse período de transição, positivas e expansionistas. Hoje, o laboratório é aberto aos pesquisadores do estado de Goiás, mas agora, com o novo datacenter, ele abrangerá também os pesquisadores do Brasil Central — região composta pelos estados de Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Distrito Federal. Logo, o escopo de atuação do laboratório tende a crescer exponencialmente.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;“A alteração do nome Laboratório Multiusuário de Computação de Alto Desempenho (LAMCAD) para Laboratório de Computação Avançada do Brasil Central (LAMCAD) não é só um rebranding estético, mas marca um novo momento na história, alcance, função e no portfólio de serviços prestados pelo Laboratório. A manutenção do acrônimo, com uma leve alteração estética, alterando o "a" minúsculo para maiúsculo, visa aproveitar o conhecimento que a comunidade de usuários, fornecedores e os principais stakeholders já possuem da sigla do Laboratório, que está em operação há mais de 6 anos.” declara Thiago Vasques, gerente do laboratório.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A entrega do novo datacenter é prevista para o final de outubro de 2026, conforme o cronograma. Thiago declara que o projeto. O objetivo do novo prédio é firmar-se como a nova sede administrativa do LAMCAD/UFG e demonstrar esse avanço de forma física. Parte do prédio também será a locação do Cempa Cerrado — um dos principais clientes do laboratório.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O laboratório captou, por meio de editais da Financiadora de Estudos e Pesquisa (Finep), cerca de R$ 14,5 milhões. Voltado a centros temáticos, o edital garantiu o investimento no futuro Centro de Computação Avançada do Brasil Central. A nova estrutura se instalará dentro do Parque Tecnológico Samambaia da UFG (PTS/UFG). E um ponto importante: com projeto inédito à nível de Brasil, o datacenter contará com sua refrigeração integralmente pela água, com três modais de refrigeração e demais funcionalidades da metodologia.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O atual datacenter possui a potência de 60 quilowatts (kW); agora, a nova estrutura prevê uma capacidade dez vezes maior do que a atual, em 600 kW de potência computacional. Entretanto, o datacenter possuirá um perfil “diferente”: ele será uma fábrica de IA (AI factory), focada em cargas de Inteligência Artificial (IA), visto que máquinas do Centro de Excelência em IA da UFG (CEIA/UFG) também comporão o maquinário do novo datacenter. O foco, então, será na computação avançada voltada para a IA.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para a UFG, essa expansão consolida a expansão da capacidade atual de seu laboratório, que prevê cada vez mais crescimento. Logo, os pesquisadores da UFG poderão contar com uma estrutura e capacidade robusta para o desenvolvimento de projetos. Além disso, a ideia é que projetos externos da UFG, como os da iniciativa privada e da indústria, possam ser apoiados.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No início de seu funcionamento, o LAMCAD/UFG atendia somente pesquisadores da universidade, e também da Universidade Federal de Jataí (UFJ) e da Universidade Federal de Catalão (UFCat). E, recentemente, houve a ampliação para instituições públicas de Goiás e, por fim, para todos os pesquisadores de Goiás. Agora, porém, a expectativa é de ampliar ainda mais: alcançar todos os grupos ao longo do Brasil Central.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;“Portanto, essa alteração, junto à logomarca do Laboratório, marca um novo momento em que o LAMCAD terá um foco maior em atender diferentes setores da sociedade, além da academia, prestando serviços para a iniciativa privada, indústria e outras universidades e centros de pesquisa dessa região do país, por meio da construção do novo data center modular e outdoor, refrigerado completamente à água, com altíssimo padrão de redundância e completamente preparado para ser uma Fábrica de Inteligência Artificial, num projeto inédito a nível de Brasil.”, completa Thiago Vasques.&lt;/p&gt;
&lt;table style="width: 100%; border-collapse: collapse;" border="0"&gt;
&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td style="width: 100%;"&gt;&lt;img style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;" src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1087/o/Logo_LAMCAD_antes_e_depois.png" alt="Logo_LAMCAD_antes e depois.png" width="1000" height="296" /&gt;&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td style="width: 100%; text-align: center;"&gt;Respectivamente, a logo anterior e a nova identidade visual do laboratório&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;
&lt;/table&gt;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Com tantas mudanças, a identidade visual do laboratório também passou por mudanças (adequações): o novo perfil visual, que buscou acompanhar esse momento de transições, procura transpor mais robustez e, também, a conectividade com outras regiões do Brasil — e não só a UFG ou o estado de Goiás. Visualmente, é possível observar elementos tradicionais e regionais, como a flor do pequi, o céu da Chapada dos Veadeiros e a própria fauna — tanto nas cores quanto nas estruturas. Buscou-se transpor conceitos como velocidade, dinamismo, potência e ampliação.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;¹ Uma AI Factory (ou Fábrica de IA) é um ecossistema estruturado que transforma dados brutos em soluções de Inteligência Artificial de forma automatizada e em escala.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Wed, 12 Aug 2026 10:15:22 -0300</pubDate>
      <link>https://parquesamambaia.ufg.br/n/pts-ufg-recebera-novo-datacenter-que-sera-uma-fabrica-de-ia</link>
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      <title>UFG participa da Conferência Anprotec 2026</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="Um grupo numeroso de pessoas posa sorridente em um amplo corredor interno de eventos, posicionado em torno da bandeira do estado de Goiás, que é segurada aberta ao centro. Os participantes, homens e mulheres vestindo roupas casuais e sociais, utilizam crachás oficiais pendurados no pescoço. Ao fundo, identificam-se placas de sinalização de setores e salões com números, além de estruturas de estandes e iluminação clara." title="Um grupo numeroso de pessoas posa sorridente em um amplo corredor interno de eventos, posicionado em torno da bandeira do estado de Goiás, que é segurada aberta ao centro. Os participantes, homens e mulheres vestindo roupas casuais e sociais, utilizam crachás oficiais pendurados no pescoço. Ao fundo, identificam-se placas de sinalização de setores e salões com números, além de estruturas de estandes e iluminação clara." src="http://parquesamambaia.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1087/o/Banner_not%C3%ADcia_site__-_Anprotec.png?1784208620" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;Integrantes das equipes da PRPI/UFG, PTS/UFG e CEI/UFG estavam presentes no evento&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;Entre os dias 29 de junho e 2 de julho, integrantes da equipe da Pró-Reitoria de Pesquisa e Inovação da Universidade Federal de Goiás (PRPI/UFG) e instituições vinculadas estiveram presentes na 36ª Conferência Anprotec, realizada pela Associação Nacional de Entidades Promotoras de Empreendimentos Inovadores. O encontro deste ano ocorreu na cidade de Manaus/AM.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A comitiva da Universidade contou com a presença da diretora de Pesquisa e pró-reitora adjunta de Pesquisa e Inovação da UFG, Natália Aredes; do diretor de Transferência e Inovação Tecnológica (DTIT/PRPI/UFG), Marinaldo Divino Ribeiro; do diretor do Parque Tecnológico Samambaia (PTS/UFG), Luizmar Adriano; da diretora do Centro de Empreendedorismo e Incubação (CEI/UFG), Cleonice Borges e outros membros da equipe do parque e da incubadora.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Durante 4 dias, os integrantes da comitiva participaram de palestras, apresentações, workshops, oficinas e painéis. Além disso, o evento possibilitou o contato com integrantes de diferentes instituições da área de inovação do Brasil. Para encerrar as atividades do encontro, foram realizadas visitas técnicas às estruturas do ecossistema de inovação do Amazonas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O gerente administrativo do Parque Tecnológico Samambaia, Frederico Augusto, destacou a importância de estar presente em um evento que cria esta conexão entre os ambientes de inovação do Brasil. “[Nossa presença] demonstra o quanto ainda podemos ampliar nossas conexões e construir novas ações de forma colaborativa. Essas experiências contribuem para repensarmos práticas e identificarmos caminhos que possam fortalecer o Parque Tecnológico Samambaia (PTS/UFG) e o ecossistema de inovação de Goiás”.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A equipe da UFG ainda conheceu o Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA) e o Casarão da Inovação Cassina, com o objetivo de compreender como a instituição trabalha a preservação do ecossistema amazônico e as propostas de inovação desenvolvidas no local.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Por fim, o diretor do PTS/UFG, Luizmar Adriano, destacou que a rica programação organizada pelo evento, trazendo pessoas de diversos ambientes de inovação, possibilita uma troca de experiências benéfica para o desenvolvimento do Parque Tecnológico Samambaia da UFG. “É um momento que a gente consegue se conectar com essas pessoas e iniciativas, e se inspirar, fazendo com que a gente possa aperfeiçoar o nosso trabalho, pensar ideias e implementá-las aqui&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;table style="height: 768px; width: 100%; border-collapse: collapse;" border="0"&gt;
&lt;tbody&gt;
&lt;tr style="height: 750px;"&gt;
&lt;td style="width: 100%; text-align: center; height: 750px;"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1087/o/WhatsApp_Image_2026-07-16_at_09.56.52.jpeg" alt="Um grupo de nove pessoas posa sorridente em frente a um grande painel azul e verde da &amp;quot;Conferência Anprotec 2026&amp;quot;, realizada em Manaus. Os integrantes, vestidos com roupas casuais e sociais, utilizam crachás de identificação do evento pendurados no pescoço. No registro, sete pessoas aparecem posicionadas de pé, enquanto outras duas estão agachadas à frente sobre o piso claro" width="720" height="746" /&gt;&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr style="height: 18px;"&gt;
&lt;td style="width: 100%; height: 18px; text-align: center;"&gt;Representantes da UFG na 36ª Conferência Anprotec&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;
&lt;/table&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Thu, 16 Jul 2026 10:30:55 -0300</pubDate>
      <link>https://parquesamambaia.ufg.br/n/ufg-participa-da-conferencia-anprotec-dois-mil-e-vinte-dois</link>
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    <item>
      <title>Equipe do PTS/UFG participa do Eli Summit GO</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="Cinco palestrantes estão sentados em poltronas verdes alinhadas em um palco de madeira durante o evento &amp;quot;Eli Summit GO&amp;quot;. Ao fundo, um grande painel digital azul e verde exibe fotos de perfil e os nomes dos debatedores, além do título &amp;quot;O Papel dos Ambientes de Inovação no Sucesso de Negócios Inovadores&amp;quot;. No centro do palco, uma mulher fala ao microfone enquanto os demais integrantes, compostos por três homens e outra mulher, escutam atentamente." title="Cinco palestrantes estão sentados em poltronas verdes alinhadas em um palco de madeira durante o evento &amp;quot;Eli Summit GO&amp;quot;. Ao fundo, um grande painel digital azul e verde exibe fotos de perfil e os nomes dos debatedores, além do título &amp;quot;O Papel dos Ambientes de Inovação no Sucesso de Negócios Inovadores&amp;quot;. No centro do palco, uma mulher fala ao microfone enquanto os demais integrantes, compostos por três homens e outra mulher, escutam atentamente." src="http://parquesamambaia.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1087/o/Eli_Summit.png?1783086124" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;O evento, promovido pelo Sebrae Goiás, reuniu representantes das estruturas do ecossistema de inovação de Goiás&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;O Parque Tecnológico Samambaia (PTS/UFG), no dia 24/06, participou do Eli Summit GO, encontro promovido pelo Sebrae Goiás com o intuito de conectar pessoas, ideias, instituições e iniciativas voltadas a impulsionar o desenvolvimento dos ecossistemas locais de inovação. O evento ocorreu no auditório da instituição, em Goiânia, e foi palco de cases e painéis.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O diretor do PTS/UFG, Luizmar Adriano, e a diretora do Centro de Empreendedorismo e Incubação (CEI/UFG), Cleonice Borges, participaram do painel “O Papel dos Ambientes de Inovação no Sucesso dos Negócios Inovadores”, ao lado de Johnny Laranjeira (Porto Digital / Hub Goiás), Rosemberg Fortes (UniEvangélica) e que foi mediado por Haihani Passos (IF Goiano). O principal ponto abordado foi o papel dos ambientes do estado na trajetória de empresas, assim como no desenvolvimento do empreendedorismo e da inovação.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Além disso, Janayne Resende, representando a AgBiTech – Basf, empresa residente do PTS/UFG, também foi convidada para participar do terceiro painel da manhã: “Negócios Inovadores que Não Jogam Sozinhos”. Na ocasião, foram discutidas as vantagens da relação construída entre empresas e o ecossistema de inovação goiano no desenvolvimento das iniciativas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Por fim, vale destacar a presença do Diretor de Transferência e Inovação Tecnológica (DTIT/UFG), Marinaldo Divino Ribeiro, que foi ao evento representando a Universidade Federal de Goiás. Assim como parte da equipe do PTS/UFG, que também participou da programação de painéis e palestras ao longo do dia, visando uma maior integração com o ecossistema de inovação goiano.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Créditos: Informações da Agência Sebrae de Notícias, com adaptações da jornalista Renata Akutsu (PTS/UFG)&lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Fri, 03 Jul 2026 10:43:23 -0300</pubDate>
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      <title>Palestra na UFG debate o futuro da sustentabilidade além das metas tecnológicas</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="Banner Notícia_Toques da Invent-Ação_Além do Net Zero" title="Banner Notícia_Toques da Invent-Ação_Além do Net Zero" src="http://parquesamambaia.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/680/o/Banner_Not%C3%ADcia_Toques_da_Invent-A%C3%A7%C3%A3o_Al%C3%A9m_do_Net_Zero.png?1781695030" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;Evento com professor Sufyan Droubi discute o papel do cuidado humano frente aos desafios da crise climática&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;Por Alexandre Elias*&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Na próxima quarta-feira (24/06), às 10h, o professor Sufyan Droubi, da &lt;em&gt;Royal Holloway&lt;/em&gt; (Universidade de Londres), ministrará a palestra presencial "Além do Net Zero: rumo a transições justas e solidárias", no auditório da Agência UFG de Inovação, localizado no Parque Tecnológico Samambaia (PTS/UFG). As vagas são limitadas, e as inscrições podem ser feitas &lt;a href="https://forms.gle/TbYyajAkMspd8Dum8" target="_blank" rel="noopener"&gt;clicando aqui&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A atividade faz parte do escopo da 5ª temporada da “Toques de Invent-Ação”, iniciativa de responsabilidade da professora do Instituto de Química da Universidade Federal de Goiás (IQ/UFG), Tatiana Duque, que conta com o apoio da Pró-Reitoria de Pesquisa e Inovação (PRPI/UFG) e do próprio PTS/UFG.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O encontro proporcionará análise crítica do modo como as estratégias de descarbonização e as metas de emissões zero, apesar de sua importância, costumam passar por cima das comunidades e das relações humanas. Droubi vai trazer o conceito de Transições Justas e Solidárias, que visa centralizar a participação democrática e o cuidado na transformação social, assegurando um futuro que seja verdadeiramente sustentável. A palestra oferecerá reflexões a partir de experiências de comunidades marginalizadas no Brasil e na Escócia, investigando como diminuir emissões enquanto se luta contra as disparidades sociais. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;Alexandre Elias Barbosa de Faria é estudante de Estágio Obrigatório do curso de Jornalismo da Universidade Federal de Goiás, orientado pelo Jornalista William Correia&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Wed, 17 Jun 2026 08:22:20 -0300</pubDate>
      <link>https://parquesamambaia.ufg.br/n/palestra-ufg-transicoes-justas-universidade-de-londres</link>
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    <item>
      <title>Prorrogadas as inscrições para o PIEmp/UFG</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="BANNER_NOTICIA_PIEMP" title="BANNER_NOTICIA_PIEMP" src="http://parquesamambaia.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/680/o/Banner_Not%C3%ADcia_PIEmp.png?1777579866" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;Submissões agora vão até o dia 15/06&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;Foram prorrogadas as inscrições para o 1º ciclo do Programa de Iniciação ao Empreendedorismo (PIEmp/UFG), a mais nova iniciativa da Universidade Federal de Goiás (UFG) que visa fortalecer o empreendedorismo inovador. Agora, o público interessado tem até 15/06 para realizar a inscrição feita por meio de formulário preenchido a ser enviado, junto dos anexos necessários, para o e-mail prpi@ufg.br.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Lembrando que para participar do PIEmp/UFG é preciso ter uma equipe montada por quatro estudantes (apenas um pode ser da pós-graduação) e um mentor acadêmico (docentes ou servidores com, no mínimo, mestrado e experiência em inovação). Serão 20 equipes selecionadas. O programa disponibilizará 20 bolsas de Iniciação Tecnológica e Industrial (ITI), cada uma no valor de R$ 700, com duração de 6 meses, em que apenas um estudante de cada grupo poderá ser contemplado.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A ação é organizada pela Pró-Reitoria de Pesquisa e Inovação (PRPI/UFG), com a parceria do Parque Tecnológico Samambaia (PTS/UFG) e da rede de laboratórios IPElab/UFG (Ideias, Prototipagem e Empreendedorismo), além da colaboração executiva do Centro de Empreendedorismo e Incubação (CEI/UFG).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Serviço&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="line-height: 1.38; margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;"&gt;&lt;em&gt;&lt;a href="http://memoria2.cnpq.br/web/guest/chamadas-publicas?p_p_id=resultadosportlet_WAR_resultadoscnpqportlet_INSTANCE_0ZaM&amp;amp;filtro=abertas&amp;amp;detalha=chamadaDivulgada&amp;amp;idDivulgacao=13405" target="_blank" rel="noopener"&gt;Chamada CNPq nº 05/2026 - Programa de Iniciação ao Empreendedorismo (PIEMP)&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;a href="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/680/o/Edital_PRPI_n_08-2026_%28PIEmp%29.pdf" target="_blank" rel="noopener"&gt;Edital PRPI/UFG N.º 08/2026 (PIEmp)&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;a href="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/680/o/Anexo_I_PIEMP_1%C2%AA_edi%C3%A7%C3%A3o_Edital_PRPI_n_08-2026.pdf" target="_blank" rel="noopener"&gt;Anexo I — Proposta de Projeto de Negócio Empreendedor&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;a href="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/680/o/Anexo_II_PIEMP_1%C2%AA_edi%C3%A7%C3%A3o_Edital_PRPI_n_08-2026.pdf" target="_blank" rel="noopener"&gt;Anexo II —Termo de Autodeclaração e Pertencimento&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;a href="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/680/o/Anexo_III_PIEMP_1%C2%AA_edi%C3%A7%C3%A3o_Edital_PRPI_n_08-2026.pdf" target="_blank" rel="noopener"&gt;Anexo III — Relatório de Resultados Consolidados e Escalabilidade&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="/n/piemp-ufg-lancamento-primeira-edicao-ufg-empreendedorismo-universitario" target="_blank" rel="noopener"&gt;&lt;em&gt;Divulgação (notícia)&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/680/o/SEI_6242186_Informe.pdf" target="_blank" rel="noopener"&gt;&lt;em&gt;Informe - Prorrogação do período de inscrições&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/680/o/SEI_6272375_OFICIO_CIRCULAR_50.pdf" target="_blank" rel="noopener"&gt;&lt;em&gt;Informe 2 - Reabertura e nova prorrogação do período de inscrições&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="line-height: 1.38; margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;&lt;a href="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/680/o/Avalia%C3%A7%C3%A3o_das_inscri%C3%A7%C3%B5es_PIEMP.pdf" target="_blank" rel="noopener"&gt;Resultado Preliminar da Seleção para o PIEMP/UFG&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/680/o/Novo_cronograma_PIEMP.pdf" target="_blank" rel="noopener"&gt;Retificação de Cronograma do PIEmp/UFG&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Wed, 03 Jun 2026 18:19:49 -0300</pubDate>
      <link>https://parquesamambaia.ufg.br/n/piemp-empreendedorismo-inovador-ufg-cnp-prorrogacao-inscricoes</link>
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    </item>
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      <title>UFG inaugura o Enermol HUB</title>
      <description>&lt;img width="200" alt=" 28052026-_DSC2957.jpg" title=" 28052026-_DSC2957.jpg" src="http://parquesamambaia.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1/o/28052026-_DSC2957.jpg?1780086265" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;Expectativa é conectar ciência, poder público e setor produtivo para a transição energética&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;Texto: Caroline Pires&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;Fotos: Evelyn Parreira&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A Universidade Federal de Goiás lançou no dia 28/5 o Enermol HUB UFG. Com a ambição de ser mais do que um Centro de Pesquisa, mas um HUB para acelerar soluções sustentáveis e que estabeleça a real articulação entre Universidade, poder público e iniciativa privada, o Enermol irá realizar suas atividades no Parque Tecnológico da UFG. Na ocasião também foi feita a apresentação do Programa Estadual de Combustível Sustentável de Aviação - Goiás SAF e os participante foram apresentados a Plataforma Siev, que é um sistema de inteligência em energias verdes. A ideia é que o Enermol HUB UFG ofereça métodos analítico moleculares e inovadores e a expertise necessária para o desenvolvimento de biomassas em combustíveis avançados. &lt;a href="/a/enermol-ufg-hub-descerramento-da-pedra-fundamental-28-05-2026"&gt;Confira o álbum de fotos do evento&lt;/a&gt;. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Segundo o Coordenador de relações institucionais e captação do &lt;span&gt;Centro de Excelência em Hidrogênio e Tecnologias Energéticas Sustentáveis (CEHTES), Marcelo Tete, o&lt;/span&gt; Enermol Hub preenche uma lacuna crucial na indústria: a oferta de métodos analíticos moleculares inovadores e expertise em conversão de biomassas em combustíveis avançados. Isso permite que empresas que atuam nos setores dos combustíveis líquidos e gasosos (fósseis ou renováveis) diminuam custos de desenvolvimento e alcancem o mercado com produtos confiáveis, gerando um impacto direto na sustentabilidade e na competitividade nacional.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Marcello Tete, coordenador de relações internacionais do Cehtes, anunciou que esse evento marca uma proposição madura e propícia para apresentar o Enermol UFG HUB, com o objetivo de conectar ciência e políticas públicas para posicionar o Brasil como líder global em combustíveis avançados e renováveis. Segundo ele o Enermol HUB nasce da iniciativa de pesquisadores especializados com o objetivo de estabelecer a região Centro-oeste como uma plataforma estratégica nessa área. “Na UFG temos uma infraestrutura adequada, experiência na análise da qualidade de combustíveis, além de já desenvolver projetos com empresas como a Petrobrás”, frisou ele, reforçando que a ambição é ser referência, por isso a importância da parceria com o Governo do Estado. Segundo ele, a partir da competência que já existe é colaborar para oportunidades como o diesel verde e o uso do hidrogênio como combustível. “A UFG pode ser a instituição que vai colaborar de maneira significativa para a transição energética. Estamos prontos”, finalizou o professor.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Durante o evento foi apresentado também o Programa Estadual de SAF: integração do SAD a agroindústria de Goiás, pelo Subsecretário de energia, telecomunicações e cidades inteligente de Goiás, Renato Lira. Ele afirmou que Goiás possui vantagens competitivas no que se refere a combustível de aviação sustentável, e que o desafio é garantir a evolução progressiva e a maturidade técnica para atuar nessa área. “O setor de avião civil não tem outra opção de descarbonização além do SAF, pelo menos até 2050. O que deixa evidente a demanda de mercado e a necessidade de realizar a oferta”, afirmou. Nesse sentido, a apresentação do programa representa um concreto investimento do governo do Estado na área.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O Sistema de Inteligência em Energias Verdes foi apresentado pelo pesquisador do Cethes, Edgar Barassa. Ele explicou que é preciso entender essa atuação como um política pública e uma metodologia que extrapole os mais diversos produtos. “Trabalhamos no SIEV com Inteligência Artificial para suprir da melhor forma possível a plataforma digital. Queremos que os investimentos se retroalimente”, explicou. Já o diretor do Parque Tecnológico, Luizmar Adriano Júnior, destacou que a implementação do Enermol HUB nasce para promover a produção de conhecimento e transferência de tecnologia para o mercado. “Será um catalizador de oportunidades em um setor que cresce. Nossa missão de integrar academia, poder público e setor produtivo está evidenciada nesse momento”, frisou.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Darlan Silva dos Santos, Coordenador geral de combustíveis sustentáveis de aviação do Ministério de Minas e Energia encabeçou a comitiva que visitou a estrutura de laboratórios da UFG na parte de manhã e  afirmou que, para além de cargo, como cidadão ele tem enorme orgulho do que está sendo feito nesse momento. “Temos trabalhado arduamente para um decreto regulamentador sobre como iremos cumprir com essas obrigações. Coloco o ministério de Minas e Energia à disposição para que possamos continuar alcançando todo nosso potencial em bioenergia”, destacou.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;José Frederico Lyra Netto, secretário de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação, defendeu que a energia verde é uma grande oportunidade de desenvolvimento para Goiás. “Especialmente é maravilhoso ver o governo, o setor privado e esses professores com brilho nos olhos para falar sobre esse assunto”, comemorou. Segundo ele, essa três frentes trabalhando juntas são o motor da tecnologia e da inovação.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Por fim, a reitora da UFG, Sandramara Matias Chaves, falou da sua alegria de receber a comitiva que visitou a Universidade, conhecendo melhor a potencialidade de trabalho nessa área. “Fico muito feliz de poder compartilhar com vocês os Centro de excelência e as boas perspectivas que nós temos com o trabalho dos nossos pesquisadores”, defendeu. Segundo ela, para além da pesquisa desenvolvida, toda a estrutura dos laboratórios são uma oportunidade enorme de aprendizado para os estudares de graduação e pós-graduação, garantindo uma formação de profissionais capacitados e comprometidos com o futuro. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1/o/28052026-_DSC2957.jpg" alt=" 28052026-_DSC2957.jpg" width="700" height="467" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;Descerramento da placa marcou a criação do Enermol HUB UFG&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1/o/28052026-_DSC2890.jpg" alt=" 28052026-_DSC2890.jpg" width="700" height="467" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;Darlan Silva, do Ministério de Minas e Energia, conduziu comitiva em visita ao &lt;span&gt;Laboratório GO H2 - IQ 2, &lt;/span&gt;&lt;span&gt;LAMES/IQ e &lt;/span&gt;&lt;span&gt;CEMEP &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1/o/28052026-_DSC2998.jpg" alt="28052026-_DSC2998.jpg" width="700" height="467" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;Equipe de pesquisadores envolvida no processo de estruturação do Enermol HUB UFG participou da cerimônia&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Fri, 29 May 2026 17:47:17 -0300</pubDate>
      <link>https://parquesamambaia.ufg.br/n/201411-ufg-inaugura-o-enermol-hub</link>
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    </item>
    <item>
      <title>PTS/UFG recebe visita de participantes  do CRS Brazil 2026</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="Um grande grupo de pessoas posa reunido para uma foto oficial em frente à entrada de um edifício moderno, caracterizado por uma fachada espelhada e detalhes em madeira e tijolos. Os participantes, de idades variadas e vestidos com roupas casuais ou de trabalho, usam crachás de identificação pendurados no pescoço. O grupo está posicionado sobre degraus que dão acesso a uma calçada de blocos intertravados avermelhados, sob a luz do dia." title="Um grande grupo de pessoas posa reunido para uma foto oficial em frente à entrada de um edifício moderno, caracterizado por uma fachada espelhada e detalhes em madeira e tijolos. Os participantes, de idades variadas e vestidos com roupas casuais ou de trabalho, usam crachás de identificação pendurados no pescoço. O grupo está posicionado sobre degraus que dão acesso a uma calçada de blocos intertravados avermelhados, sob a luz do dia." src="http://parquesamambaia.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1087/o/IMG_0367.JPG?1779895513" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;Evento contou com programação científica que incluiu visita às estruturas do Parque Tecnológico da UFG&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;Por *Alexandre Elias, Renata Akutsu e Nathalia Oliveira&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na manhã do dia 8 de maio, o Parque Tecnológico Samambaia da Universidade Federal de Goiás (PTS/UFG) recebeu pesquisadores, estudantes e representantes da indústria farmacêutica de diversos países durante uma das atividades do &lt;em&gt;CRS Brazil 2026&lt;/em&gt;. O evento internacional é focado na ciência farmacêutica e na inovação de tecnologias para a saúde. Cerca de 80 participantes compareceram à visita técnica, incluindo especialistas do Brasil, da Alemanha, Portugal, Espanha e de outros países.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A visita, conduzida pelo Diretor do Parque, Luizmar Adriano, apresentou as estruturas de pesquisa e de inovação da UFG e aproximou os visitantes do ecossistema científico e tecnológico, que está em constante desenvolvimento. Durante a manhã, os participantes conheceram o Centro de Excelência em Estudos Moleculares, Energia e Petróleo (Cemep/UFG), o Centro Regional para o Desenvolvimento (CRTI/UFG) e os Laboratórios Integrados de Inovação em Ciências Farmacêuticas (Life/UFG).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No espaço, eles puderam explorar os laboratórios, equipamentos e projetos em andamento, demonstrando o propósito das estruturas do PTS/UFG: o constante desenvolvimento científico e tecnológico. O encontro, então, expressou o potencial do Parque da UFG como um ambiente estratégico para pesquisa, inovação e cooperação internacional, além de promover a integração entre universidade, centros de pesquisa e setor produtivo.&lt;/p&gt;
&lt;table style="width: 100%; border-collapse: collapse;" border="0"&gt;
&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td style="width: 100%;"&gt;&lt;img style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;" src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1087/o/IMG_0412.JPG" alt="Um grupo de pessoas está reunido em um estacionamento pavimentado ao ar livre, prestando atenção a um homem de camisa social clara e calça cinza que fala e gesticula à frente deles. Os integrantes do grupo, em sua maioria jovens, vestem roupas casuais e usam crachás institucionais com cordões verdes. Ao fundo, veem-se edifícios modernos de cor branca sob um céu parcialmente nublado, além de veículos e uma motocicleta estacionados." width="800" height="534" /&gt;&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td style="width: 100%; text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;Diretor do PTS/UFG apresentando o Parque aos visitantes (Foto: *Asaph William/PRPI/UFG)&lt;/em&gt;&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;
&lt;/table&gt;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Sobre o &lt;em&gt;CRS Brazil 2026&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Nos dias 6, 7 e 8 de maio de 2026, Goiânia (GO) sediou, pela primeira vez no Brasil, um encontro da &lt;em&gt;Controlled Release Society&lt;/em&gt; (&lt;em&gt;CRS&lt;/em&gt;), uma das mais importantes organizações científicas do mundo dedicadas ao avanço dos sistemas de liberação controlada de fármacos e à inovação biofarmacêutica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A equipe do FarmaTec/UFG liderada pela Profa. Dra. Eliana Martins Lima organizou o &lt;em&gt;CRS Brazil 2026 – Redefining Borders and Interfaces in Delivery Science and Biopharmaceutical Innovation&lt;/em&gt;, evento internacional que reuniu cerca de 150 participantes, entre pesquisadores, estudantes, representantes da indústria farmacêutica e especialistas de mais de oito países, incluindo palestrantes internacionais e pesquisadores brasileiros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A programação do evento reuniu especialistas nacionais e internacionais em torno de temas de fronteira em nanomedicina e &lt;em&gt;drug delivery&lt;/em&gt;. Ao longo dos três dias de evento, as sessões científicas cobriram desde ciência translacional e medicina de precisão até nanopartículas lipídicas para terapias baseadas em mRNA, engenharia de superfície na interface nano-bio, terapias avançadas para doenças pulmonares, modelos de barreiras biológicas e sistemas de liberação ocular.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Duas sessões coordenadas de jovens cientistas (&lt;em&gt;Emerging Voices in Drug Delivery&lt;/em&gt;) destacaram trabalhos competitivos sobre LNP/mRNA e sistemas de liberação local e direcionada, reforçando o protagonismo da nova geração de pesquisadores. O programa incluiu ainda simpósio temático, sessão aberta do INCT NanoFarma, além de atividade de mentoria voltada a carreiras e oportunidades internacionais de pesquisa, combinando densidade científica com amplas oportunidades de integração entre pesquisadores em diferentes estágios de carreira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao trazer para Goiânia discussões que normalmente ocorrem apenas nos grandes centros mundiais, o CRS Brazil 2026 ampliou a visibilidade internacional da ciência produzida em Goiás. O evento reforçou o protagonismo do FarmaTec/UFG no desenvolvimento de pesquisas translacionais e tecnologias avançadas aplicadas à saúde, demonstrando que o ecossistema de inovação construído em torno do Parque Tecnológico Samambaia e da Universidade Federal de Goiás está preparado para atuar estrategicamente na ciência de ponta e no desenvolvimento tecnológico em saúde no cenário internacional.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;&lt;em&gt;*Alexandre Elias Barbosa de Faria e Asafh William de Oliveira Lima são estudantes de Estágio Obrigatório do curso de Jornalismo da Universidade Federal de Goiás, orientados pelos Jornalistas William Correia e Pedro Ortiz&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Tue, 26 May 2026 16:23:23 -0300</pubDate>
      <link>https://parquesamambaia.ufg.br/n/pts-ufg-recebe-visita-de-pesquisadores-que-participaram-do-crs-brazil-dois-mil-e-vinte-seis</link>
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    </item>
    <item>
      <title>Escoteiras visitam LaMCAD/UFG e Cempa-Cerrado</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="Um grupo de meninas e jovens do movimento escoteiro, vestindo seus uniformes típicos em tons de bege e azul, posa para uma foto em frente ao prédio do LaMCAD na UFG. Elas aparecem sorridentes, acompanhadas por alguns adultos, em uma área externa pavimentada com o céu azul ao fundo. A imagem registra uma visita educativa e de integração entre a comunidade juvenil e o ambiente universitário de tecnologia." title="Um grupo de meninas e jovens do movimento escoteiro, vestindo seus uniformes típicos em tons de bege e azul, posa para uma foto em frente ao prédio do LaMCAD na UFG. Elas aparecem sorridentes, acompanhadas por alguns adultos, em uma área externa pavimentada com o céu azul ao fundo. A imagem registra uma visita educativa e de integração entre a comunidade juvenil e o ambiente universitário de tecnologia." src="http://parquesamambaia.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/680/o/BannerNot%C3%ADcia_Escoteiras_visitam_LaMCAD-UFG_e_CEMPA-Cerrado.JPG?1778097773" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;Encontro promoveu a ligação entre ciências atmosféricas e o movimento escoteiro&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;Por *Alexandre Elias e Asafh William&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O Laboratório de Computação Avançada do Brasil Central (LaMCAD/UFG) e o Centro de Excelência em Estudos, Monitoramento e Previsões Ambientais do Cerrado (Cempa-Cerrado) receberam, no dia 30 de abril, a visita do Grupo Escoteiro Polivalente 3/GO. O momento fez parte da programação da Semana de Estudos em Meteorologia. A proposta busca integrar teoria e prática e fortalecer o vínculo com o movimento escoteiro.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Na visita realizada nas estruturas localizadas na Agência UFG de Inovação, no Parque Tecnológico Samambaia (PTS/UFG), as participantes conheceram o ambiente científico e os sistemas computacionais utilizados na previsão numérica do tempo. Elas também tiveram contato com uma estação meteorológica automática em funcionamento do Cempa-Cerrado, utilizada para gerar estudos com uso de modelagem numérica e dados de satélite, permitindo gerar com precisão e níveis inéditos a previsão de tempo para toda a região Centro-Oeste.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Thiago Lara, gerente técnico-administrativo do LaMCAD/UFG, destacou a importância da aproximação entre universidade e sociedade. “É importante que a universidade esteja próxima da sociedade e que mais pessoas conheçam o trabalho desenvolvido, independentemente da área. O LaMCAD/UFG atua como esse meio, que conecta pesquisas científicas à comunidade. Durante a visita, as escoteiras conheceram a infraestrutura, a história do laboratório e as pesquisas que dependem de alto poder computacional. O laboratório oferece recursos e aplicações científicas para apoiar pesquisadores em seus estudos”, destaca.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O encontro visou fomentar o interesse pela meteorologia e incentivar a educação ambiental. O momento também buscou estimular possíveis trajetórias futuras nas áreas de ciência e tecnologia, por meio de atividades teóricas e práticas, integradas ao contexto do movimento escoteiro. Ao fim, a visita fortaleceu o pensamento científico, a observação ambiental e o interesse pelas ciências atmosféricas no grupo visitante. &lt;/p&gt;
&lt;table style="height: 36px; width: 100%; border-collapse: collapse;" border="0"&gt;
&lt;tbody&gt;
&lt;tr style="height: 18px;"&gt;
&lt;td style="width: 33.3333%; height: 18px;"&gt;&lt;img style="float: left;" src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/680/o/Visita_de_escoteiras_ao_LaMCADUFG_e_Cempa-CERRADO_%2830-04%29_%282%29.JPG" alt="As escoteiras visitam o interior de uma sala de servidores, onde observam racks metálicos repletos de equipamentos eletrônicos e luzes indicadoras. Um profissional do centro explica o funcionamento da infraestrutura tecnológica enquanto as jovens olham com curiosidade para os cabos e máquinas. A cena demonstra o contato direto das estudantes com a computação de alto desempenho em um ambiente climatizado." width="475" height="318" /&gt;&lt;/td&gt;
&lt;td style="width: 33.3333%; height: 18px;"&gt;&lt;img style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;" src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/680/o/Visita_de_escoteiras_ao_LaMCADUFG_e_Cempa-CERRADO_%2830-04%29_%283%29.JPG" alt="A fotografia foca em duas escoteiras que sorriem e conversam em frente aos armários de servidores do centro de dados. Ao fundo, as luzes coloridas dos equipamentos refletem nas portas de vidro, criando um cenário tecnológico e moderno. O registro captura um momento de descontração e aprendizado prático durante a visita institucional." width="475" height="317" /&gt;&lt;/td&gt;
&lt;td style="width: 33.3333%; height: 18px;"&gt;&lt;img style="float: right;" src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/680/o/Visita_de_escoteiras_ao_LaMCADUFG_e_Cempa-CERRADO_%2830-04%29_%281%29.JPG" alt="Um grupo de onze pessoas, incluindo adultos e jovens escoteiras uniformizadas, posa para uma foto em frente ao balcão da &amp;quot;Agência UFG de Inovação&amp;quot;. Algumas jovens seguram pequenos cadernos laranjas, enquanto os adultos vestem roupas casuais e crachás institucionais em um ambiente interno iluminado. O registro captura um momento de integração entre a comunidade externa e o setor de tecnologia da universidade." width="475" height="317" /&gt;&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr style="height: 18px;"&gt;
&lt;td style="width: 33.3333%; height: 18px; text-align: center;" colspan="3"&gt;&lt;em&gt;Grupo de visitantes que conheceu a estrutura do LaMCAD/UFG e atividades do Cempa-Cerrado no PTS/UFG (Créditos: Renata Akutsu/PRPI/UFG)&lt;/em&gt;&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;
&lt;/table&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;*Alexandre Elias Barbosa de Faria e Asafh William de Oliveira Lima são estudantes de Estágio Obrigatório do curso de Jornalismo da Universidade Federal de Goiás, orientados pelos Jornalistas William Correia e Pedro Ortiz&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Wed, 06 May 2026 16:59:46 -0300</pubDate>
      <link>https://parquesamambaia.ufg.br/n/ciencias-atmosfericas-movimento-escoteiro-visita-lamcad-cempa-ufg</link>
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    </item>
    <item>
      <title>PRPI/UFG lança programa de iniciação ao empreendedorismo </title>
      <description>&lt;img width="200" alt="BANNER_NOTICIA_PIEMP" title="BANNER_NOTICIA_PIEMP" src="http://parquesamambaia.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/680/o/Banner_Not%C3%ADcia_PIEmp.png?1777579866" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-weight: 400;"&gt;Intitulada PIEmp/UFG, iniciativa abrirá inscrições a partir de 5 de maio&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;A Universidade Federal de Goiás (UFG) agora conta com mais uma iniciativa para fortalecer o empreendedorismo inovador: o Programa de Iniciação ao Empreendedorismo na UFG (PIEmp/UFG), cujo escopo se apoia na &lt;a href="http://memoria2.cnpq.br/web/guest/chamadas-publicas?p_p_id=resultadosportlet_WAR_resultadoscnpqportlet_INSTANCE_0ZaM&amp;amp;filtro=abertas&amp;amp;detalha=chamadaDivulgada&amp;amp;idDivulgacao=13405" target="_blank" rel="noopener"&gt;Chamada CNPq nº 05/2026 - Programa de Iniciação ao Empreendedorismo (PIEMP)&lt;/a&gt;. A iniciativa é realizada pela Pró-Reitoria de Pesquisa e Inovação da Universidade Federal de Goiás, por meio da Diretoria de Transferência e Inovação Tecnológica (DTIT), com apoio do Centro de Empreendedorismo e Incubação (CEI/UFG). As inscrições estarão abertas entre 5 de maio e 5 de junho de 2026.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O objetivo principal do PIEmp/UFG é apoiar e promover o desenvolvimento de novos negócios inovadores baseados em pesquisas científicas e tecnológicas. Serão selecionadas 20 equipes, nas quais cada uma deverá ter cinco membros. A composição deve seguir a forma de quatro estudantes, dos quais apenas uma pessoa participante poderá ser estudante de pós-graduação, e um mentor acadêmico. O mentor deverá ser, obrigatoriamente, docente ou técnico-administrativo da UFG e possuir ao menos nível de mestrado e experiência em inovação.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;As equipes selecionadas participarão de um circuito de especialização e profissionalização no campo do empreendedorismo inovador, fomentando ainda mais a pauta na Universidade.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;As inscrições deverão ser feitas por meio de formulário, anexos preenchidos e documentação a serem enviados para o e-mail &lt;a href="mailto:prpi@ufg.br"&gt;prpi@ufg.br&lt;/a&gt;. O resultado final será divulgado em 12 de junho. O programa disponibilizará 20 bolsas de Iniciação Tecnológica e Industrial (ITI), cada uma no valor de R$ 700, com duração de 6 meses, em que apenas um estudante de cada grupo poderá ser contemplado.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Como parte de seu cronograma, o PIEmp/UFG realizará uma capacitação empreendedora, entre os meses de junho e julho. O desenvolvimento dos negócios acontece entre agosto e novembro, e a apresentação final está prevista para o dia 30 de novembro. Haverá a disponibilização das estruturas do Parque Tecnológico Samambaia da UFG (PTS/UFG) e do CEI/UFG. Dessa forma, as equipes participantes poderão utilizar os espaços de coworking, salas de reuniões e auditórios.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ainda, a rede de laboratórios IPElab/UFG (Ideias, Prototipagem e Empreendedorismo), que conta com seis unidades de laboratórios maker, com impressoras 3D e corte a laser, poderá servir como ponto de apoio para o desenvolvimento de protótipos de alta fidelidade e Produtos Mínimos Viáveis (MVPs). As unidades estão localizadas no Campus Samambaia, Campus Goiás e na Faculdade de Ciências e Tecnologia (Campus Aparecida de Goiânia). &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Serviço &lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;&lt;a href="http://memoria2.cnpq.br/web/guest/chamadas-publicas?p_p_id=resultadosportlet_WAR_resultadoscnpqportlet_INSTANCE_0ZaM&amp;amp;filtro=abertas&amp;amp;detalha=chamadaDivulgada&amp;amp;idDivulgacao=13405" target="_blank" rel="noopener"&gt;Chamada CNPq nº 05/2026 - Programa de Iniciação ao Empreendedorismo (PIEMP)&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;a href="/p/programa-de-iniciacao-ao-empreendedorismo-piemp-ufg-primeira-edicao" target="_blank" rel="noopener"&gt;Seleção interna feita pela PRPI/UFG&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;a href="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/680/o/Anexo_I_PIEMP_1%C2%AA_edi%C3%A7%C3%A3o_Edital_PRPI_n_08-2026.pdf" target="_blank" rel="noopener"&gt;Anexo I — Proposta de Projeto de Negócio Empreendedor&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;a href="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/680/o/Anexo_II_PIEMP_1%C2%AA_edi%C3%A7%C3%A3o_Edital_PRPI_n_08-2026.pdf" target="_blank" rel="noopener"&gt;Anexo II —Termo de Autodeclaração e Pertencimento&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;a href="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/680/o/Anexo_III_PIEMP_1%C2%AA_edi%C3%A7%C3%A3o_Edital_PRPI_n_08-2026.pdf" target="_blank" rel="noopener"&gt;Anexo III — Relatório de Resultados Consolidados e Escalabilidade&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para mais informações e/ou dúvidas adicionais: &lt;a href="mailto:prpi@ufg.br"&gt;prpi@ufg.br&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Thu, 30 Apr 2026 16:08:52 -0300</pubDate>
      <link>https://parquesamambaia.ufg.br/n/piemp-ufg-lancamento-primeira-edicao-ufg-empreendedorismo-universitario</link>
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    </item>
    <item>
      <title>Pesquisas na UFG pensam soluções para sistema elétrico</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="Hidrogênio (CEHTES)" title="Hidrogênio (CEHTES)" src="http://parquesamambaia.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/243/o/_UFG2975.jpg?1777290293" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;Do hidrogênio a sistemas eólicos para áreas rurais, pesquisadores atuam em diversas frentes na busca de alternativas para o setor&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;figure style="max-width: 1000px; margin: 0 auto; text-align: center;"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0 auto;" src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/243/o/_UFG2975.jpg" alt="Hidrogênio (CEHTES)" width="1000" height="667" /&gt;
&lt;figcaption style="padding: 10px 0 10px 10px; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10pt; text-align: right; color: #555;"&gt;Hidrogênio líquido é uma das apostas para o futuro do setor de energia &lt;span style="font-variant: small-caps; font-size: 9pt; color: #888;"&gt;&lt;span style="color: #555555;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-variant: small-caps; font-size: 9pt; color: #888;"&gt;| Foto: Carlos Siqueira/Secom UFG&lt;/span&gt;&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Kharen Stecca&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Como tornar a transição energética viável sem repetir problemas ambientais ou criar novos gargalos tecnológicos? O &lt;em&gt;Jornal UFG&lt;/em&gt; conversou com pesquisadores da Universidade Federal de Goiás para entender como a ciência vem buscando alternativas para os problemas elencados pelo mercado e pela sociedade. As pesquisas da UFG estão na fronteira do conhecimento sobre a transição energética e buscam solucionar os gargalos técnicos e ambientais do setor.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A questão energética é tão importante hoje no contexto brasileiro que permitiu a criação, em 2023, do &lt;a href="https://cehtes.ufg.br/" target="_blank" rel="noopener"&gt;Centro de Excelência em Hidrogênio e Tecnologias Energéticas Sustentáveis&lt;/a&gt; (CEHTES) da UFG. A unidade reúne uma série de linhas de pesquisa que abordam questões relacionadas à energia de formas complementares.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Como explica o diretor-geral do CEHTES, Christian Alonso, a intenção é desenvolver diversas frentes de estudo sobre energia, por meio de parcerias com instituições públicas e privadas. O CEHTES desenvolve não só tecnologias, mas também estudos sobre o setor, de forma a nortear políticas públicas para a área.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Hidrogênio Verde e armazenamento de energia&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Um dos maiores desafios discutidos é a impossibilidade de armazenar energia na forma elétrica. Um grupo de pesquisadores da UFG foca em pesquisas sobre o hidrogênio como um vetor energético, permitindo "guardar" a energia gerada (por exemplo, pela fonte solar ou eólica) para seu posterior uso ou transporte, funcionando como uma alternativa às baterias químicas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Uma das principais apostas é o conceito Power-to-X (PTX): converter a eletricidade excedente, que não pode ser jogada na rede, em um "ativo químico" como o hidrogênio. "Se eu tenho fontes de produção de energia que produzem em grande quantidade, mas não consigo escoar, eu utilizo essa energia para a produção de combustíveis sintéticos, produtos químicos e outros insumos", explica Christian.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Na UFG, a tecnologia de água supercrítica – que opera em condições extremas de pressão e temperatura – permite produzir hidrogênio a partir de efluentes industriais e farmacêuticos, agregando valor a esses resíduos. Além disso, o Centro desenvolve processos para capturar dióxido de carbono e combiná-lo ao hidrogênio para criar petróleo sintético, que pode ser refinado em gasolina, diesel e, principalmente, SAF (combustível sustentável de aviação).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;div style="background-color: #f5f5f5; padding: 15px 30px; border-radius: 3px; font-size: 11pt; max-width: 800px; margin: auto; color: #444444;"&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;O QUE É POWER-TO-X (PTX)?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Power-to-X (ou PTX) é um conceito que define a conversão de energia em "qualquer outra coisa" (onde o "X" representa o produto final). Essa tecnologia surge como uma solução para o fato de a energia ser fluida e difícil de ser armazenada com grande eficiência em sua forma original.&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Conversão em ativo químico:&lt;/strong&gt; o processo consiste em converter a energia elétrica (especialmente o excedente de fontes solar e eólica que não pode ser jogado na rede) em um ativo químico.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;strong&gt;O "X":&lt;/strong&gt; a eletricidade pode ser transformada em uma variedade de produtos, como hidrogênio (armazenado em cilindros ou usado como combustível); combustíveis sintéticos (petróleo sintético, gasolina, diesel e querosene de aviação/SAF); outras moléculas, como amônia, metanol, etanol ou até fármacos.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Armazenamento e uso:&lt;/strong&gt; uma vez convertida em gás ou combustível, essa energia pode ser armazenada com mais facilidade. Nos momentos de pico de demanda, esse combustível pode ser queimado para gerar energia novamente e suprir a rede elétrica.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Agregação de valor:&lt;/strong&gt; o Power-to-X permite que o produtor agregue valor à energia. Por exemplo, se uma fazenda solar está em uma região com gargalos nas linhas de transmissão, ela pode usar a energia para produzir e vender hidrogênio engarrafado em vez de simplesmente descartar a produção excedente.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Aplicação em biocombustíveis:&lt;/strong&gt; o conceito também é aplicado no desenvolvimento do SAF (combustível sustentável de aviação), que utiliza o hidrogênio e o CO&lt;sub&gt;2&lt;/sub&gt; para criar uma alternativa verde ao querosene fóssil, ajudando a descarbonizar o setor aéreo.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Um longo caminho até o mercado&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Embora as tecnologias de transição energética, como o hidrogênio verde, sejam promissoras, o pesquisador da UFG ressalta que há uma série de dificuldades técnicas, econômicas e operacionais que impedem sua inserção imediata no mercado. Segundo ele, há um longo caminho a percorrer, até que as soluções alcancem viabilidade comercial.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O hidrogênio, por exemplo, tem muitos gargalos técnicos ainda a serem superados. Ele é altamente volátil e, em contato com metais, pode fragilizá-los, gerando um alto risco de explosão. Muitas pesquisas, segundo o professor, são para testar materiais compatíveis com o hidrogênio. Isso também é importante na garantia de infraestrutura adequada até mesmo para realizar a pesquisa.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;figure style="max-width: 700px; margin: 0 auto; text-align: center;"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0 auto;" src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/243/o/_UFG2909.jpg" alt="Hidrogênio (CEHTES)" width="700" height="467" /&gt;
&lt;figcaption style="padding: 10px 0 10px 10px; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10pt; text-align: right; color: #555;"&gt;Professor mostra equipamentos utilizados na pesquisa com o hidrogênio na UFG &lt;span style="font-variant: small-caps; font-size: 9pt; color: #888;"&gt;&lt;span style="color: #555555;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-variant: small-caps; font-size: 9pt; color: #888;"&gt;| Foto: Carlos Siqueira/Secom UFG&lt;/span&gt;&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Segundo Christian, as pesquisas realizadas hoje na UFG estão em um nível de prontidão tecnológica (TRL) entre 5 e 6, mas para chegar ao mercado precisam alcançar o TRL 9. No entanto, esse é o caminho das tecnologias modernas: "Alguns processos levam tempo até que o mercado tenha condições de receber o resultado produzido pela ciência".&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os custos para essa tecnologia ainda são altos. "Um ônibus movido a hidrogênio ou 100% elétrico, por exemplo, pode reduzir os níveis de poluição drasticamente, mas seu uso pode mais que dobrar a tarifa", pontua o pesquisador.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Christian acrescenta: "É muito difícil para o hidrogênio e os combustíveis sintéticos competirem com o volume e o preço do petróleo convencional. Pequenas escalas de produção não são competitivas e dependem de subsídios ou de um mercado de crédito de carbono muito bem regulado".&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;figure style="max-width: 800px; margin: 0 auto; text-align: center;"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0 auto;" src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/243/o/InfoGr%C3%A1fico_5__Mat%C3%A9ria_3.png" alt="infográfico pesquisas ufg CEHTES" width="800" height="560" /&gt;
&lt;figcaption style="padding: 10px 0 10px 10px; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10pt; text-align: right; color: #555;"&gt;&lt;span style="font-variant: small-caps; font-size: 9pt; color: #888;"&gt;Arte: Cristiane Iam&lt;/span&gt;&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Energia eólica: uma alternativa para pequenas propriedades isoladas&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A base da pesquisa em energia eólica na UFG, segundo o professor da Escola de Engenharia Elétrica, Mecânica e de Computação (EMC) da UFG, Felipe Pamplona Mariano, está fundamentada na linha de Mecânica dos Fluidos e Termodinâmica, tendo sido impulsionada em 2018 por uma parceria estratégica com a Furnas-Eletrobrás (atualmente ÁXIA Energia). O pilar desses estudos teve início com uma demanda de Furnas sobre a análise do potencial eólico, que busca quantificar a energia cinética disponível no vento para otimizar a escolha de terrenos e a instalação de usinas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para isso, o grupo utilizou uma combinação de técnicas de pesquisa, como simulações computacionais de dinâmica dos fluidos e ensaios experimentais em um túnel de vento. Mas a pesquisa não parou por aí. Uma outra área tomou corpo no grupo. Liderada pela professora da EMC Andreia Aoyagui Nascimento, a pesquisa avançou também para o desenvolvimento de aerogeradores de pequeno porte customizados para ventos de baixa velocidade, típicos da região de Goiás, e com foco na futura hibridização com a energia solar.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Sistemas eólicos de pequeno porte&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Um dos grandes motivadores da pesquisadora com esses sistemas de pequeno porte é atingir pessoas com vulnerabilidade financeira. "Essas pessoas não teriam condições de arcar com uma usina solar de grande porte. A iniciativa também levaria energia para regiões de difícil acesso, como o Norte do país e áreas de floresta, onde a rede convencional muitas vezes não chega", afirma Andreia.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;"Essas pesquisas visam não apenas o avanço tecnológico, mas também a criação de políticas públicas que garantam que a matriz energética brasileira permaneça limpa, segura e economicamente viável para a população", destaca a pesquisadora. A pesquisa atual, segundo ela, trabalha para que esses sistemas sejam capazes de gerar energia elétrica mesmo com brisas leves. Ela ressalta que o esforço atual é para otimizar o perfil aerodinâmico das turbinas eólicas para que elas funcionem com ventos de velocidade baixas e, além disso, sejam eficientes, mesmo em regiões antes desconsideradas para a geração eólica.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Aerogeradores instalados em telhados de prédios já são comercializados na Europa, mas, segundo Andreia, no Brasil ainda é preciso avançar em tecnologias de novos materiais e na parte elétrica para que esses pequenos sistemas cheguem efetivamente ao consumidor final. Essas pesquisas hoje têm apoio da Fundação de Apoio a Pesquisa do Estado de Goiás (Fapeg) e buscam não apenas a inovação tecnológica, mas uma solução que seja acessível e funcional para a realidade local.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No momento, o trabalho de Andreia está concentrado na otimização da eficiência aerodinâmica de turbinas eólicas para captar ventos com baixa velocidades. Os pesquisadores ressaltam que, embora a indústria prefira padrões prontos, a UFG estuda a viabilidade de fabricar essas peças sob medida para otimizar o uso em terrenos específicos.&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Arial,sans-serif; color: #000000; background-color: #ffffff; font-weight: 400; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O vídeo a seguir mostra o túnel de vento utilizado na UFG para pesquisa sobre energia eólica:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;div style="max-width: 700px; margin: 0 auto;"&gt;&lt;video width="300" height="150" style="display: block; width: 100%; max-width: 100%; height: auto;" controls="controls"&gt;
    &lt;source src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/243/o/20250224_152057_%281%29.mp4" type="video/mp4" /&gt;
  &lt;/video&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Potencial goiano&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Goiás costuma ser visto como um local onde o potencial eólico é baixo, mas o professor Felipe ressalta que há um potencial em Goiás que precisa ser considerado: a complementaridade entre ventos e chuvas de forma sazonal e inversa, o que representa uma oportunidade estratégica de estabilidade do sistema elétrico.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ele explica que o funcionamento dessa dinâmica segue um padrão: de junho a outubro vivemos um período de ventos fortes, justamente na época em que os reservatórios das hidrelétricas baixam devido à falta de chuva. E de novembro a maio temos um período de ventos fracos. Nesse intervalo, temos o retorno das chuvas e o reabastecimento dos reservatórios hídricos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;"Essa 'complementaridade' é benéfica para o estado, pois a energia eólica teria seu rendimento máximo no momento em que a geração hidráulica está em regime de contenção", afirma Felipe. O benefício seria direto ao consumidor: o uso da energia eólica para suprir a falta de água nas hidrelétricas ajudaria a evitar o acionamento de bandeiras vermelhas na conta de energia, impedindo que a população pague tarifas mais caras nos períodos de seca.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;div style="background-color: #f5f5f5; padding: 15px 30px; border-radius: 3px; font-size: 11pt; max-width: 800px; margin: auto; color: #444444;"&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;ENERGIA SOLAR NA UFG&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A Universidade Federal de Goiás tem hoje 25 usinas fotovoltaicas em funcionamento, com um potencial de produção energética na ordem de 5,3 MWp, gerando cerca de 8,5 gigawatt-hora (GWh) ano. A produção equivale a mais de 50% do que a UFG consome.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em 2025 a UFG instituiu o Comitê Gestor de Produção e Conservação de Energia Elétrica com a finalidade de supervisionar as ações de eficiência energética. O comitê irá trabalhar visando garantir a conservação e a manutenção das usinas já em funcionamento na Instituição.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Além disso, a ideia é que o grupo de trabalho também discuta e proponha novas iniciativas, visando à redução de custos operacionais e à sustentabilidade ambiental na UFG.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Compõem o comitê a Pró-Reitoria de Administração e Finanças (Proad), a Escola de Engenharia Elétrica, Mecânica e de Computação (EMC), além da Secretaria de Infraestrutura (Seinfra) e a Secretaria de Tecnologia e Informação (SeTI).&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Formação acadêmica e pensamento crítico&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Além dos materiais e técnicas, Felipe também destaca um outro grande "produto" que a pesquisa da universidade gera: a formação acadêmica para tornar o profissional capacitado para chegar ao ambiente de trabalho e identificar problemas e soluções inovadoras. "O pensamento crítico é o que permite ao aluno olhar para uma situação cotidiana ou industrial e perceber que algo está errado ou poderia ser melhorado", ressalta o professor.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ele cita como exemplo uma estagiária da UFG que, ao observar o alto consumo em torres de refrigeração de uma indústria, teve a iniciativa de buscar a Universidade para propor um novo design para as pás dos ventiladores. A proposta resultou em um projeto que resultou em uma economia de 30% de energia para a empresa.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Felipe acredita que a "curricularização da extensão", que tem sido feita nas universidades, pode ser um caminho para mudar a forma como os estudantes percebem a utilidade do que aprendem, incentivando-os a serem "pontos fora da curva".&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;figure style="max-width: 800px; margin: 0 auto; text-align: center;"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0 auto;" src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/243/o/InfoGr%C3%A1fico_6__Mat%C3%A9ria_3.png" alt="orquestra da energia infográfico" width="800" height="560" /&gt;
&lt;figcaption style="padding: 10px 0 10px 10px; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10pt; text-align: right; color: #555;"&gt;&lt;span style="font-variant: small-caps; font-size: 9pt; color: #888;"&gt;Arte: Cristiane Iam/Secom UFG&lt;/span&gt;&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Leia as outras reportagens da série:&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="/n/200106-energia-solar-muda-o-sistema-energetico-brasileiro" target="_blank" rel="noopener"&gt;Energia solar muda o sistema energético brasileiro&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="/n/200453-o-boom-da-energia-solar-no-brasil" target="_blank" rel="noopener"&gt;O boom da energia solar no Brasil&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;div style="background-color: #f2f2f2; padding: 20px; border-top: 2px solid #00458a; font-family: Arial, sans-serif; width: 100%; box-sizing: border-box;"&gt;
&lt;div style="max-width: 1200px; margin: 0 auto;"&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 15px; color: #333333; text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;&lt;strong&gt;Receba notícias de ciência no seu celular&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Siga o &lt;strong&gt;&lt;a href="https://whatsapp.com/channel/0029VanjBwGAjPXKH1VS0f1H" target="_blank" rel="noopener"&gt;Canal do Jornal UFG no WhatsApp&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt; e nosso perfil no &lt;strong&gt;&lt;a href="https://www.instagram.com/jornalufg/" target="_blank" rel="noopener"&gt;Instagram&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
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&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;</description>
      <pubDate>Mon, 27 Apr 2026 08:43:50 -0300</pubDate>
      <link>https://parquesamambaia.ufg.br/n/200455-pesquisas-na-ufg-pensam-solucoes-para-sistema-eletrico</link>
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